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Errante

"Por mais soberana que a a minha mente se torne, o meu coração será para sempre vagabundo"

16
Jul19

Our life

anpatriciaa

“In the end, people don't view their life as merely the average of all its moments—which, after all, is mostly nothing much plus some sleep. For human beings, life is meaningful because it is a story. A story has a sense of a whole, and its arc is determined by the significant moments, the ones where something happens. Measurements of people's minute-by-minute levels of pleasure and pain miss this fundamental aspect of human existence. A seemingly happy life maybe empty. A seemingly difficult life may be devoted to a great cause. We have purposes larger than ourselves.”

― Atul Gawande, Being Mortal: Medicine and What Matters in the End

14
Ago12

Viajante - O Anjo Mudo

anpatriciaa

O Anjo Mudo de Al Berto

 

"Um bom viajante é aquele que, no decorrer da vida, se despojou das coisas materiais e das tarefas quotidianas. Aprendeu a viver sem possuir nada, sem um modo de vida. Caminha, assim, com a leveza de quem abandonou tudo. Deixa o coração apaixonar-se pelas paisagens enquanto a alma,no sopro da madrugada, se recompõe das aflições da cidade."

 

Gosto, por a personagem principal ser um jovem confuso, que se sente abandonado e que cura a  melancolia viajando, percorrendo sozinho cidades inóspitas, mares e desertos. Avança sem destino, dorme onde calha. Gosto porque admiro a sua coragem, de fazer o que muitos apenas sonham, de ser livre. 

 O Anjo Mudo é um livro cujos primeiros capítulos me encantaram, mas cujos seguintes me deixaram completamente confusa, ao ponto que, embora seja fluente na língua portuguesa, não tenha entendido o que raio é que se estava a passar. Desisti da sua leitura, planeio tentar novamente daqui a uns anos, quem sabe...

 

 

24
Mai11

A arte de Saramago

anpatriciaa

 Depois de ler Saramago sinto uma enorme vontade/desejo de escrever os diálogos entre vírgulas.

Interrogo-me porque é que as regras ortográficas não estão à minha disposição, porque é que o que eu escrevo não é considerado arte.

 

 (Foi esta a justificação da minha professora de Português para ele poder assim escrever e nós não :o que ele escreve é arte, lê quem quer, o que nós, alunos, escrevemos, é matéria, lê quem nos avalia, e esses avaliam-nos pelas regras que deveremos respeitar, pelo menos até o que escrevemos poder ser considerado arte...)

 

 

(Deixo, com isto, uma fotografia minha a fingir ler o Memorial do Convento, que é, por sinal, um livro deveras interessante, o que faz com que seja, na minha opinião, de fácil leitura)

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