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Errante

"Por mais soberana que a a minha mente se torne, o meu coração será para sempre vagabundo"

26
Jan24

When the body says no II

anpatriciaa

""I cannot understand why I have cancer," one womam with ovarian cancer said. "I've led a healthy life, eaten well, exercised regularly. I've always taken good care of myself. If anyone should be a picture of health, it's me." The area she overlooked was invisible to her: the stress connected with emotional repression. Her conscientious (and conscious) best efforts to look after herself properly could not extend to an area she did not know existed. (...)If we gain the ability to look into ourselves with honesty, compassion and unclouded vision, we can identify the ways we need to take care of ourselves. We can see the areas of the self formerly hidden in the dark. 

 The potential of wholeness, for health, resides in all of us, as does the potential for illness and disharmony. Disease is disharmony. More accurately, it is an expression of internal disharmony. If illness is seen as foreign and external, we may end up waging a war agains ourselves.

 The first step in retracing our way to health is to abandon our attachment to what we called positive thinking. Too many times in the course of palliative care work I sat with dejected people who expressed their bewilderment at having developed cancer. "I have always been a positive thinker", one man in his late forties told me. "I have never given in to pessimistic thoughts. Why should I get cancer?".

(...) Compulsive optimist is one of the ways we bind our anxiety to avoid confronting it. (...) Rather, is it a willingness to consider what is not working. What is not in balance? What have I ignored? What is my body saying no to? Without these questions, the stresses responsible for our lack of balance will remain hidden."

26
Jan24

When the body says no

anpatriciaa

"The Vancouver oncologist Karen Gelmon does not favour the war metaphors often applied to cancer. "The idea is that with enough might you can control, with enough might you can expel," she says. "It suggests that it's all a battle. I don't think that's a helpful way of looking at it. First, it's not valid physiologically. Second, I don't think it's healthy psychologically.

 "What happens with our body is a matter of flow - there is input and there is output, an you can't control every aspect of it. We need to understand that flow, know there are things you can influence and things you can't. It's not a battle, it's a push-pull phenomenon of finding balance and harmony, of keading the conflicting forces all into one dough." What we might call the miliatary theory of disease, sees illness as a hostile force, something foreign that the organism must battle and defeat. Such view leaves an important question unanswered 

(...)

No disease has a single cause. Even where significant risks can be identified - such as biological heredity in some autoimmune diseases or smoking in lung cancer - these vulnerabilities do not exist in isolation. Personality also does not by itself cause disease: one does not get cancer simply for repressing anger os ALS just from being too nice. A systems model recognizes that many processes and factors work together in the formation of disease or in the creation of health. We have demonstrated in this book a biopsychosocial model of medicine. According to the biopsychosocial view, individual biology reflects the history of a human organism in lifelong interaction with an enviroment, a perpetual interchange of energt in thich psychological and social factors are as vital as physical ones. As Dr. Gelmonn suggests, healing is a phenomenon of finding balance and harmony.

 We cannot remind ourselves too often that the word healing derives from an ancient origin, meaning "whole" - hence our equation of wholesome and healthy. To heal is to become whole. But how can we be more whole than we already are? Or how is it that we could ever be less than whole? 

 That which is complete may become deficient in two possible ways: something could be subtracted from it, or its internal harmony could be so perturbed that the parts that worked togehter no longer do so. As we have seen, stress is a disturbance of the body's internal balance in response to perceived threat, including the threat of some essential need being denied. Physical hunger may be one such deprivation, but in our society the threat is most often psychic, such as the withdrawal of emotional nourishment or the disruption of psychological harmony". 

 

 

10
Mai14

...

anpatriciaa

Um dia, um desconhecido virá ao meu encontro na rua, e dirá: conheço-te, sou a tua imagem perdida uma noite dentro do espelho.
Ficarei a olhar-me no seu rosto exactamente igual ao meu, sem saber por onde fugir-me.

- Al Berto

(Este mandou-me a minha mãe, porque achou que iria gostar, ela conhece-me tão bem... Além disso, sabe que gosto do Al Berto, comecei um dia a ler um livro dele, inicialmente adorei, mas antes de chegar a metade desisti porque deixei de perceber o que lia, planeio um dia voltara a tentar quando, quem sabe, for mais perspicaz talvez...)

14
Ago12

Viajante - O Anjo Mudo

anpatriciaa

O Anjo Mudo de Al Berto

 

"Um bom viajante é aquele que, no decorrer da vida, se despojou das coisas materiais e das tarefas quotidianas. Aprendeu a viver sem possuir nada, sem um modo de vida. Caminha, assim, com a leveza de quem abandonou tudo. Deixa o coração apaixonar-se pelas paisagens enquanto a alma,no sopro da madrugada, se recompõe das aflições da cidade."

 

Gosto, por a personagem principal ser um jovem confuso, que se sente abandonado e que cura a  melancolia viajando, percorrendo sozinho cidades inóspitas, mares e desertos. Avança sem destino, dorme onde calha. Gosto porque admiro a sua coragem, de fazer o que muitos apenas sonham, de ser livre. 

 O Anjo Mudo é um livro cujos primeiros capítulos me encantaram, mas cujos seguintes me deixaram completamente confusa, ao ponto que, embora seja fluente na língua portuguesa, não tenha entendido o que raio é que se estava a passar. Desisti da sua leitura, planeio tentar novamente daqui a uns anos, quem sabe...

 

 

19
Jul11

These I have loved

anpatriciaa
 
Decidi apresentar-vos as minhas obras favoritas, três filmes e um livro, que de de alguma forma me tocaram.
Aprecio muito o trabalho de Tim Burton,  que desperta em mim um interesse  místico e gótico, no entanto, entre as suas obras prefiro "A noiva cadáver" e "The Nightmare Before Christmas", cujos vídeos coloquei em baixo, e destaco, já agora, que a voz do Vicent, da "Noiva Cadáver" é a do  Johnny Depp!
  O filme, Leon- The Professional,  é de um estilo totalmente diferente; conta a história de uma rapariga de 12 anos, que apenas sobrevive devido à ajuda de um assassino profissional, Leon, que acaba por cumprir os desejos de Mathilda, ao matar os responsáveis pelo assassinato do seu irmão. Adorei toda a essência do filme, e saliento que nem sequer costumo gostar de filmes de acção, mas ver o Jean Reno com óculos pequenos e redondos, gabardine comprida e armado, acompanhado pela Natalie Portman cheia de estilo, com óculos a combinar é sempre "fixe"!  
 Quanto aos livros, gostava de poder fazer referência a uma obra literária grande e complicada, que apenas intelectuais possam apreciar, mas a verdade é que mantenho como livro favorito "As aventuras de Huckleberry Finn" escrito por Mark Twain (heterónimo de Samuel Langhorne Clemens). "Conheci" o Huck quando tinha 12 anos, e durante os 5 anos que já passaram, já folheei por completo as 400 páginas do seu livro mais de 7 vezes. Penso que o livro mais conhecido de Mark Twain é "As aventuras de Tom Sawyer", no entanto, embora tenha gostado de ler o livro de Tom, continuo a preferir  mil vezes o seu melhor amigo, menos famoso, Huck (adoro rebeldes do século XIX!).
 
 
 1. The Corpse Bride (Tim Burton)
2. The Nightmare before Christmas
3. Leon - The Professional
4. As aventuras de Huckleberry Finn
 
 
Ps: Pensei em não colocar nenhum vídeo ou imagem referente ao Huck Finn, já que devido ao facto de este ser uma personagem literária, não tem imagem definida, o seu aspecto deverá ser criado/imaginado de forma diferente por cada leitor. É por esta razão que por vezes não gosto de ver representações de livros que já tenha lido, já que muitas vezes, além de a história aparecer alterada, os actores não correspondem de todo às personagens por nós idealizadas (isto é de elevada importância especialmente para os que se "apaixonam" por personagens!).
No entanto, no filme "Tom and Huck"(ano de 2001), o actor escolhido para o papel de Huckleberry encaixa perfeitamente com o Huck que existe na minha mente, pelo que partilharei algumas fotografias do actor (a última é do filme)! No entanto, no livro de Mark Twain,  Huck terá aproximadamente a mesma idade que Tom, " uns treze anos, catorze anos...", enquanto que no filme, Huck é claramente mais velho...
 

 

" I love Huck Finn so much
I don’t care that he’s not real, or that he was just a kid. "

 

As minhas sinceras desculpas por ter exagerado nas fotos do Brad Renfro (Huckleberry Finn), mas não resisti...

 

fontes:

fuckyeahbradrenfro.tumblr.com/

www.youtube.com

 

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