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Errante

"Por mais soberana que a a minha mente se torne, o meu coração será para sempre vagabundo"

26
Jan24

When the body says no

anpatriciaa

"The Vancouver oncologist Karen Gelmon does not favour the war metaphors often applied to cancer. "The idea is that with enough might you can control, with enough might you can expel," she says. "It suggests that it's all a battle. I don't think that's a helpful way of looking at it. First, it's not valid physiologically. Second, I don't think it's healthy psychologically.

 "What happens with our body is a matter of flow - there is input and there is output, an you can't control every aspect of it. We need to understand that flow, know there are things you can influence and things you can't. It's not a battle, it's a push-pull phenomenon of finding balance and harmony, of keading the conflicting forces all into one dough." What we might call the miliatary theory of disease, sees illness as a hostile force, something foreign that the organism must battle and defeat. Such view leaves an important question unanswered 

(...)

No disease has a single cause. Even where significant risks can be identified - such as biological heredity in some autoimmune diseases or smoking in lung cancer - these vulnerabilities do not exist in isolation. Personality also does not by itself cause disease: one does not get cancer simply for repressing anger os ALS just from being too nice. A systems model recognizes that many processes and factors work together in the formation of disease or in the creation of health. We have demonstrated in this book a biopsychosocial model of medicine. According to the biopsychosocial view, individual biology reflects the history of a human organism in lifelong interaction with an enviroment, a perpetual interchange of energt in thich psychological and social factors are as vital as physical ones. As Dr. Gelmonn suggests, healing is a phenomenon of finding balance and harmony.

 We cannot remind ourselves too often that the word healing derives from an ancient origin, meaning "whole" - hence our equation of wholesome and healthy. To heal is to become whole. But how can we be more whole than we already are? Or how is it that we could ever be less than whole? 

 That which is complete may become deficient in two possible ways: something could be subtracted from it, or its internal harmony could be so perturbed that the parts that worked togehter no longer do so. As we have seen, stress is a disturbance of the body's internal balance in response to perceived threat, including the threat of some essential need being denied. Physical hunger may be one such deprivation, but in our society the threat is most often psychic, such as the withdrawal of emotional nourishment or the disruption of psychological harmony". 

 

 

23
Jan18

frase do dia

anpatriciaa

doente: "Obrigado e bom trabalho para si!"

médico: "Bom trabalho?! ... Isso não existe, é como dizer "boa morte". Só há dois bons trabalhos no mundo: o dos outros e o que já está feito."

 

[Cortesia do Dr. Vasco- ele está sempre na brincadeira, adoro!]

 

Outras:

Dr. pergunta "então, e de que lado é a hérnia?", "direito" responde o doente, "Epá...", responde ele, "É que eu só sei tratar das esquerdas..."

Doente diz "eu não entendo nada do intestino por dentro", Dr responde "Eu também não..." *silêncio constrangedor* e todos rimos...

 

04
Jun17

Ramblings e inspirações

anpatriciaa

 Estava na net a resolver perguntas que saíram nos últimos anos no exame da especialidade. Numa pergunta (que era muito fácil e direta) estavam estes dois comentários:

 

exame especialidade.JPG

Adorei. Porque li o primeiro e pensei "mesmo...", e depois li o segundo e... Mudança de paradigma! Tem toda a razão! De nada ajuda ser só perguntas fáceis, porque o que interessa não é o valor absoluto da nota que tiramos, mas em que lugar ficamos, em comparação com todas as outras pessoas que fazem o exame no mesmo ano que nós. 

 Não é só nesta situação em que este pensamento se aplica. Lembrou-me esta frase: 

maxresdefault.jpg

 Concordo mesmo com este ponto de vista. São os desafios, são as dificuldades que conseguimos transgredir, são os sacrifícios que fazemos para um bem maior, que no fim fazem tudo valer a pena. 

Dito isto: Bring it on!!

 (mas... em relação ao humilde exame de Medicina II que vou ter daqui a 1 semana: algumas perguntinhas fáceis... please.. Let's not get to crazy :P)

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